sábado, 14 de março de 2009

Marido agride esposa em Criciúma

Por Bruna Borges

Uma mulher de 31 anos alegou que foi agredida pelo marido, no bairro Ceará, na noite de ontem. A informação é do Portal Engeplus.

Segundo o site, “após a agressão ele teria se trancado na residência com um galão de gasolina ameaçando colocar fogo na casa”.

O agressor foi preso em flagrante e encaminhado para a Delegacia de Proteção à Mulher, à Criança e ao Adolescente de Criciúma. Veja mais informações
aqui.

Bar da faculdade tira alunos das salas

Por Bruna Borges

Muitas vezes os professores que dão aula quinta e sexta-feira na universidade de Criciúma percebem que a turma diminui depois do intervalo. Alguns desses alunos possuem motivos reais para se ausentarem, mas outros saem apenas para dar uma passadinha no bar.

O bar da faculdade, como é chamado popularmente, é aberto de segunda à sexta, porém é quando se aproxima o fim da semana que o seu movimento cresce, e com o calor que está fazendo nos últimos dias, a procura por bebida alcoólica é ainda maior.

Jaqueline Gonçalves, acadêmica do curso de Artes Visuais, diz que nunca faltou à aula para ir ao bar, porém depois que as atividades acabam, é lá o seu destino certo. "Depois que a aula acaba, eu e meus amigos sempre vamos ao bar. Já estou na quinta fase do curso e não me deixei prejudicar por causa disso", conta Jaqueline.

Mas existe o outro lado da história, e esse o estudante de Geografia, Jonathas Santos, conhece bem. O jovem de 22 anos declara que já abandonou a aula para ir ao bar muitas vezese que isso lhe trouxe consequencias ruins: "uma vez eu saí da aula, depois do intervalo, e fui para o bar. No outro dia descobri que o professor havia passado um trabalho valendo nota, para entregar naquele mesmo dia, Tive que me esforçar em dobro depois para recuperar a nota".

Ramon Machado, cursando Engenharia Civil, diz que já foi ao bar antes da aula e conta a história: "eu e alguns amigos reslvemos tomar uma cerveja antes da aula. Quando chegamos à sala já estávamos visivelmente alterados. Todos riam de nossas 'trapalhadas', menos o professor, que nos deu um sermão".

O bar, dor de cabeça para muitos professores, não abre durante as férias.