quarta-feira, 20 de maio de 2009

Mães de Forquilhinha aprendem novidade em clube de mães

Por Mariane Rodrigues

Mães integrantes do clube de mães de Forquilhinha recebem materiais para aprender técnicas de patchwork.entre eles uma apostila com instruções sobre como fazer patchwork com passo a passo, moldes, pedaços de tecido, cinco toalhas já com overloque e papel termocolante . A Associação dos Clubes de Mães mantém 35 clubes espalhados pelos bairros de Forquilhinha com cerca de 900 mulheres participantes. Todas as sete monitoras da associação fizeram este ano um curso de aperfeiçoamento de técnicas de patchwork para assim as mães poderem aprender e praticar técnicas que são repassadas no clube com as monitoras. Mais informações no site da prefeitura de Forquilhinha.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Araranguá adere projeto habitacional

Por Maiara Possamai

O prefeito de Araranguá, Mariano Mazzuco Neto, assinou na manhã de hoje, 19, o termo de adesão do Programa Minha Casa Minha Vida. O programa, é uma parceria entre o governo federal, estados, municípios, empresas e movimentos sociais que disponibiliza 1 milhão de moradias para a população de baixa renda, sendo que 25 mil são destinadas a Santa Catarina.

Araranguá possui um défist habitacional de mil e duzentas pessoas. Porém, o número exato de casas a serem construídas no município ainda não foi decidido. Na cidade, os parceiros são a Prefeitura Municipal, a Secretaria do Bem Estar Social e a Caixa Econômica Federal.

No município, as inscrições serão abertas a partir da próxima semana, poderão inscrever-se para o programa pessoas que tenham renda mensal de no máximo três salários mínimos, equivalente ao valor de R$ 1395,00. As prestações mensais variam de R$ 50 até 10 % da renda familiar, ou seja, para uma família que recebe R$ 950 mensais, a prestação será de R$ 95 por mês.

Segundo o superintendente da Caixa, Jacemar Bitencurt, o programa é uma solução inteligente para dois grandes problemas do Brasil, o desemprego e o défist habitacional. Jacemar disse ainda que Mariano foi o primeiro prefeito que assinou o termo de adesão ao Minha Casa, Minha Vida e titulou o prefeito como protagonista do projeto.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Mineradora de carvão é denunciada

Por Eilane Silvestri

Uma mineradora de carvão, localizada em Rio Maina, Criciúma, foi denunciada, pelo Ministério Público Federal (MPF-SC), por degradação ambiental e por causar danos a população.

De acordo com o site http://www.atribunanet.com/home/site/ver/?id=92383, a MDF afirma que os moradores estão expostos, devido à emissão de substancias poluentes e prejudiciais á saúde humana.

Bom Pastor de Araranguá disponibiliza exame de mamografia

Por Maiara Possamai

O exame de mamografia, um dos procedimentos preventivos contra o câncer de mama, está disponível na unidade de saúde do Bom Pastor, em Araranguá. Segundo o site da ARTV, a unidade realiza por mês cerca de 200 exames, sendo que 76 são bancados pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

Na unidade de saúde em Araranguá, no ano passado, foram realizadas 26 mastectomias (remoção completa da mama cancerígena).

Para mais informações, clique aqui.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Vestuaristas em estado de greve

Por Marcelo de Bona Dias
Foto: Marcelo de Bona Dias


Em assembleia realizada no final da tarde de hoje às 17h30min, na sede do Sindicato dos Ceramistas, em Criciúma, os trabalhadores da indústria do vestuário decidiram rejeitar a proposta apresentada pelo Sindicato Patronal e entrar em estado de greve.


O Sindicato dos trabalhadores da indústria do vestuário solicita a reposição de 5,83% do INPC, mais 8% de ganho real, enquanto que os patrões oferecem o INPC, mais 2% de ganho real.
“A partir de segunda-feira iniciaremos uma mobilização pacífica com carros de som em frente às fábricas convocando os trabalhadores para a nova assembléia, que será realizada na próxima sexta-feira, dia 22”, declarou Izio Inácio Hulk, presidente do sindicato dos trabalhadores.


A intenção do sindicato, segundo Hulk, é valorizar principalmente a profissão das costureiras, que estão com um piso salarial muito baixo, o que está fazendo com que várias mulheres abandonem a profissão, passando a trabalhar em outros ramos, como a indústria alimentícia.


“O nosso salário vem se desvalorizando ano após ano”, protesta a costureira Lourdes Eschinatto. Caso a reivindicação seja aceita, o piso salarial para costureira passará a ser de R$ 650,00.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Medalha de ouro para o paratletismo

Por Maryelle Marcolino Cardoso

Cinco de janeiro de 2005, 11 horas da manhã. Três amigas comemoram a virada do ano em Imbituba, foi então que resolveram subir em uma laje para bater fotos. Lá em cima encostaram-se em um muro que cedeu, causando a queda de uma delas. A jovem cai em um buraco de quatro metros de profundidade, batendo a coluna no meio fio, causando uma lesão instantaneamente.

Aparentemente a vida dessa moça acaba nesse momento, mas não foi assim para Michele Andrade Ramos, de 25 anos, que encontrou forças no paratletismo para dar a volta por cima e continuar a viver.

Na hora ela tinha percebido o que tinha lhe acontecido. “Fiquei calma, mas pensei comigo: agora me ferrei”. Socorrida pelo corpo de bombeiros, foi levada pelo helicóptero Águia I para o hospital Celso Ramos, Florianópolis, e operada no mesmo dia. Michele tinha uma vida ativa antes do acidente, trabalhava em tempo integral como auxiliar de expedição em uma joalheria. Sua rotina incluía sair com os amigos, ir para a balada e namorar.

Depois do incidente, ela teve que mudar sua rotina, se recuperar para se adaptar em sua nova vida. “Fiquei dois anos em casa me recuperando”, diz ela. “Depois fui para o Sarah Kubitscheck em Brasília me adaptar com a cadeira de rodas”, completa.

Com o tempo tudo foi se encaixando, sua casa foi adaptada para um cadeirante. “Onde tinha escada foi colocado rampa, e o banheiro também foi adaptado”, relata Michele.

Mas o grande desafio é a adaptação social. “Percebi que as pessoas começaram a me olhar de outro jeito”, diz ela. Com a ajuda da Judecri (Jovens Unidos Deficientes Físicos de Criciúma), essa barreira foi quebrada e superada. “Na Associação fiz novos amigos e através do paratletismo mudei minha maneira de ver o mundo”, conta a paratleta. O paratletismo é uma das atividades que a Associação disponibiliza para os deficientes. Foi nas categorias dardo e peso que Michele obteve medalha de ouro, e, mais que as medalhas, ela conseguiu superar suas próprias barreiras físicas e psicológicas.

Agora em sua nova vida ela mostra que é possível ter uma rotina normal. Na parte da manhã treina para as competições de paratletismo e faz academia, é diretora do departamento esportivo da Judecri, e no período noturno faz faculdade de Psicologia. “Antes do acidente, nem pensava em fazer faculdade, achava que não seria possível, apenas depois do acidente e de ter superado tantos desafios percebi que isso estava ao meu alcance”, completa Michele.

Judecri

A associação filantrópica Judecri (Jovens Unidos Deficientes Físicos de Criciúma) tem como um dos principais objetivos a inclusão social. Com 20 anos de estrada, disponibiliza para seus frequentadores lazer, cultura e esporte. Expõe os deveres e principalmente os direitos de um deficiente físico na vida social. As reuniões acontecem aos sábados, a partir das 14 h, na sede da Judecri.

O paratletismo

Desde 1989 o paratletismo vem trazendo medalhas para a Associação. Com o objetivo de interagir e proporcionar uma atividade física, a Judecri através do esporte encontrou uma maneira de trazer emoção e entretenimento para seus associados.

Mais infornações: www.judecriciuma.blogspot.com.br

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Acadêmicos lutam contra mensalidades no transporte coletivo em Cocal do Sul

Por Michele Antonio

Os acadêmicos das faculdades da região sul que residem em Cocal do Sul estão reivindicando contra a introdução de mensalidades no transporte coletivo. Os alunos sempre tiveram o trasnporte para as faculdades (Unisul, Unesc, Afasc, Esucri e SATC) gratuitamente, mas o problema é que a prefeitura resolveu implantar uma “ajuda de custo mensal” para manutenção dos ônibus. “É um absurdo termos que pagar pelo serviço sendo que sempre recebemos isso gratuitamente, é como se agente já pagasse pouco imposto”, comenta indignado o acadêmico Renato Búrigo.

Os alunos que utilizam os ônibus diariamente, só obterão uma resposta conclusiva e definitiva da prefeitura acerca do assunto, no início do segundo semestre de 2009. Enquanto o empasse não é resolvido o serviço continua a ser prestado de forma gratuita.