Por Suele Lodetti
Aconteceu neste último final de semana dia 30, em São Bento Baixo a tradicional Festa da Fogueira.
Além da queima de uma das maiores fogueira do Estado este ano com 42 metros a festividade ainda contou com varias atrações.
A culinária típica de festa junina aliada à gastronomia italiana era um dos atrativos da festa.
A noite terminou com o show da banda Matusa, que lotou o ginásio de esportes e fez a alegria do publico que foi prestigiar a festa.
terça-feira, 1 de julho de 2008
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Um sonho realizado
Por Suele Lodetti
Que a educação é à base de uma boa formação, não resta dúvidas, e quando o direito de estudar é negado a um adolescente porque ele possui uma pequena deficiência.
Deivid Savi Magenis completou 22 anos nesta última segunda feira, e não consegui estudar devido a uma pequena deficiência que possui. Esse adolescente ainda sonha em trabalhar em uma fábrica de cerâmica.
O jovem alimenta o sonho de trabalhar, e poder levar uma vida normal. “Eu quero trabalhar em uma fábrica de cerâmica, ou ser um locutor de rádio”, comenta.
O adolescente nunca trabalhou, com um pouco de dificuldades ele leva uma vida normal. Segundo a mãe Edna Savi ele tem atitudes de criança brinca de carrinhos e adora Games. “Fico muito triste, pois meu filho não pode trabalhar, não tem namorada, não sai para se divertir,” afirma.
Segundo o médico psiquiatra Marcos Paulo Nasif, Deivid possui uma pequena deficiência, o retardo mental FT1, que o impossibilita de trabalhar, por isso o garoto tenta se aposentar.
Deivid é um rapaz dependente não faz quase nada sozinho, tudo conta com a ajuda de sua mãe que não trabalha para poder dar toda a atenção desejada ao filho.
Deivid cursou até a quarta série do ensino fundamental na Escola Filho do Mineiro, onde aprendeu com muita dificuldade a ler e escrever, mas devido a sua deficiência não conseguia acompanhar os outros alunos.
Segundo a Diretora Maria Luzia Maciel Villain o aluno tinha um tratamento diferenciado. “Ele é especial, muito carinhoso, ganhava um tratamento muito especial mais não conseguia acompanhar a turma,” declara.
A Diretora ainda ressalta a importância de ter professores capacitados para atender esses alunos. “Na nossa escola temos vários estudantes que possuem pequenas deficiências, mas graças as estagiarias podemos dar toda a atenção necessária”, conclui.
Ele tentou fazer um curso de panificação no Bairro da juventude, mas não conseguiu concluir. Foi reprovado, pois não tinha noção dos perigos.
Se estudar em escolas com ensino regular ele não conseguia, sua mãe tentou colocar ele na escola da APAE, mais a tentativa foi frustrante. Ele não foi aceito, pois eles acreditavam que Deivid teria condições de estudar em qualquer escola.
Após alguns anos sem estudar, Deivid vê no Instituto Diomisio Freitas a chance de aprender. Faz dois meses que ele está freqüentando a instituição.
O adolescente ainda está em fase de adaptação, “ele não está cursando nenhum curso profissionalizante, ainda estamos trabalhando a parte comportamental, ele tem um descontrole”, declara a Orientadora pedagógica Maria Gorete Daros Deluca.
Segundo a orientadora deivid tem mostrado melhoras. “Ele tem autonomia, estamos tentando fazer com que ele consiga falar mais baixo, para que se sinta melhor, e para que melhore sua vida em casa,” ressalta.
Deivid freqüenta o Instituto à tarde, participa de um curso de informática, faz trabalhos artesanais, como prendedores que é o nível mais baixo, juntamente com atividades acadêmicas.
Depois de voltar a ter uma atividade o adolescente já esta colocando em prática o que aprende, ganhou um computador, e agora passa parte do tempo em que está em casa na frente do micro.
Que a educação é à base de uma boa formação, não resta dúvidas, e quando o direito de estudar é negado a um adolescente porque ele possui uma pequena deficiência.
Deivid Savi Magenis completou 22 anos nesta última segunda feira, e não consegui estudar devido a uma pequena deficiência que possui. Esse adolescente ainda sonha em trabalhar em uma fábrica de cerâmica.
O jovem alimenta o sonho de trabalhar, e poder levar uma vida normal. “Eu quero trabalhar em uma fábrica de cerâmica, ou ser um locutor de rádio”, comenta.
O adolescente nunca trabalhou, com um pouco de dificuldades ele leva uma vida normal. Segundo a mãe Edna Savi ele tem atitudes de criança brinca de carrinhos e adora Games. “Fico muito triste, pois meu filho não pode trabalhar, não tem namorada, não sai para se divertir,” afirma.
Segundo o médico psiquiatra Marcos Paulo Nasif, Deivid possui uma pequena deficiência, o retardo mental FT1, que o impossibilita de trabalhar, por isso o garoto tenta se aposentar.
Deivid é um rapaz dependente não faz quase nada sozinho, tudo conta com a ajuda de sua mãe que não trabalha para poder dar toda a atenção desejada ao filho.
Deivid cursou até a quarta série do ensino fundamental na Escola Filho do Mineiro, onde aprendeu com muita dificuldade a ler e escrever, mas devido a sua deficiência não conseguia acompanhar os outros alunos.
Segundo a Diretora Maria Luzia Maciel Villain o aluno tinha um tratamento diferenciado. “Ele é especial, muito carinhoso, ganhava um tratamento muito especial mais não conseguia acompanhar a turma,” declara.
A Diretora ainda ressalta a importância de ter professores capacitados para atender esses alunos. “Na nossa escola temos vários estudantes que possuem pequenas deficiências, mas graças as estagiarias podemos dar toda a atenção necessária”, conclui.
Ele tentou fazer um curso de panificação no Bairro da juventude, mas não conseguiu concluir. Foi reprovado, pois não tinha noção dos perigos.
Se estudar em escolas com ensino regular ele não conseguia, sua mãe tentou colocar ele na escola da APAE, mais a tentativa foi frustrante. Ele não foi aceito, pois eles acreditavam que Deivid teria condições de estudar em qualquer escola.
Após alguns anos sem estudar, Deivid vê no Instituto Diomisio Freitas a chance de aprender. Faz dois meses que ele está freqüentando a instituição.
O adolescente ainda está em fase de adaptação, “ele não está cursando nenhum curso profissionalizante, ainda estamos trabalhando a parte comportamental, ele tem um descontrole”, declara a Orientadora pedagógica Maria Gorete Daros Deluca.
Segundo a orientadora deivid tem mostrado melhoras. “Ele tem autonomia, estamos tentando fazer com que ele consiga falar mais baixo, para que se sinta melhor, e para que melhore sua vida em casa,” ressalta.
Deivid freqüenta o Instituto à tarde, participa de um curso de informática, faz trabalhos artesanais, como prendedores que é o nível mais baixo, juntamente com atividades acadêmicas.
Depois de voltar a ter uma atividade o adolescente já esta colocando em prática o que aprende, ganhou um computador, e agora passa parte do tempo em que está em casa na frente do micro.
sábado, 28 de junho de 2008
Finalmente! Serviço de atendimento (SAC) deve seguir novas regras
Por Ana Paula VieiraFoto Divulgação
Uma boa notícia para os consumidores foi anunciada no dia 11 de maio, pelo Ministério da Justiça e divulgado no site (http://www.mj.gov.br/), após milhares de reclamações em todos os Procons do país. As práticas dos serviços de atendimento ao consumidor (SAC) e que tanto irritam as pessoas serão inibidas através de novas regras. Ao todo, são 27 normas que as empresas terão que cumprir.
A partir de agora, o tempo máximo de espera será de 60 segundos no atendimento, que também deve ser gratuito, 24 horas por dia, sete dias por semana. Foi proibido também que o cliente seja repassado para vários atendentes. No menu de eletrônico, a primeira opção será o contato com o atendente. Essas e outras medidas devem facilitar a vida de quem quiser, por exemplo, cancelar um serviço – uma das principais causas de reclamações. Com essas regras, o cancelamento deverá ser imediato.
As empresas que não cumprirem o que ficou estabelecido receberão multas com valores que variam de R$ 200 a R$ 3 milhões. Apesar da boa notícia, o Ministério da Justiça ainda não definiu quando essas normas entrarão em vigor.
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Atendimento
Uso indevido de e-mail corporativo pode ocasionar demissão
Foto Ana Paula Vieira
Decisões do TST (Tribunal Superior do Trabalho) garantiram aos empregadores o rastreamento dos e-mails corporativos, apesar de a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) não prever nenhuma determinação sobre o uso indevido de e-mails corporativos.
O mau uso do recurso pode ocasionar demissão por justa causa. Por isso, os trabalhadores devem utilizar o e-mail da empresa exclusivamente para assuntos profissionais e de trabalho, evitando o vazamento de informações confidenciais.
Para evitar problemas, a empresa pode avisar os trabalhadores que o uso do correio eletrônico corporativo é exclusivo para assuntos profissionais. Esses avisos podem ser feitos através de circulares, em murais ou através de mensagem do próprio e-mail. Advertências sobre o mau uso do e-mail poderão ser feitas pelo patrão, que deve falar com o funcionário em particular. Caso contrário, poderá caracterizar dano moral.
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Ana Paula Vieira,
Internet
Evolução da quimioterapia reduz efeitos colaterais
Por Ana Paula VieiraFoto Divulgação
Sonolência, queda de cabelo, náuseas e redução da imunidade são alguns dos efeitos colaterais que afetam pacientes que sofrem com os tratamentos para o câncer, especialmente com a quimioterapia. Mas esses desconfortos já podem reduzidos porque com a evolução do tratamento, já é possível substituir os medicamentos injetáveis por comprimidos, que muitas vezes causam menos efeitos colaterais. Além da substituição de alguns medicamentos, outros que já existiam também foram aprimorados, em benefício do paciente.
O câncer é uma doença que surge quando um grupo de células passa a se reproduzir desordenadamente, formando um tumor, e pode ser combatido de três formas - cirurgia, quimioterapia e radioterapia -, sendo que uma, geralmente, sucede a outra.
Atualmente, o principal trtamento é a cirurgia, quando há a tentativa de extrair o tumor, eliminando as células doentes. Como nem sempre é possível destruir todas as células doentes, os outros dois métodos são importantes para complementar o tratamento. A quimioterapia é composta por medicamentos líquidos, que são misturados ao soro e injetados no paciente. Cada sessão dura cerca de uma hora. Em média são feitas de seis a oito aplicações, com intervalos de 21 dias.
Já na radioterapia, o paciente é submetido a sessões de radiação que duramcinco minutos, em média. São feitas cerca de 28 sessões, em dias consecutivos. Esse tratamento traz menos efeitos colaterais do que a quimioterapia.
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Saúde
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Laboratórios ainda esse ano
Texto: Roberta Vasconcellos
Foto: Divulgação
Depois de estudos e análises, o projeto arquitetônico e civil dos laboratórios foi aprovado pela instituição (SATC) e prefeitura, a conclusão das obras está prevista para o final deste ano. Para o planejamento dos laboratórios, a faculdade contou com uma equipe de sete profissio-nais, entre arquitetos, engenheiros e técnicos.

O espaço vai oferecer um estúdio de TV, Rádio, e uma sala multimídia, onde serão feitas as produções acadêmicas. Segundo Nivaldo Hipólito, arquiteto responsável pela obra, “Vai ser uma obra de alto custo, muita tecnologia envolvida, e o mais importante, estrutura didática adequada”.
Lize Búrigo, coordenadora do curso de jornalismo, ressalta que as obras atrasaram devido à complexidade do projeto. “Foi preciso muito cuidado na escolha do local em função da acústica e cada material e produto indicados para o projeto, tiveram que passar pela aprovação da equipe envolvida”, afirma.
Para as aulas de Telejornalismo, câmeras já estão sendo compradas e para radiojornalismo, um estúdio profissional de uma emissora local está sendo locado para as aulas. Saiba mais sobre o curso de Jornalismo da Faculdade Satc.
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Laboratórios Satc,
Roberta Vasconcellos
Curso de Jornalismo da Faculdade Satc entrega o primeiro jornal impresso da instituição
Foto:Claudio Toldo
O que começou com um simples projeto interdisciplinar, terminou em um completo jornal que foi totalmente produzido pelos acadêmicos das três fases do curso. O jornal impresso Ênfase, um trabalho de dois meses dos acadêmicos do curso de jornalismo da Faculdade Satc, foi entregue hoje aos alunos.
As tarefas foram divididas por fases, fazendo com que a primeira fase ficasse com a parte das imagens, a segunda com a parte dos textos e a terceira com a parte gráfica e revisão. Segundo a coordenadora do curso, Lize Búrigo, essa ligação entre todas as fases é importante e fez com que cada aluno se tornasse co-responsável pela produção do jornal.
A interação de todos neste projeto começou desde a escolha do nome: Ênfase. Cada fase sugeriu três nomes e os mais votados foram para uma segunda votação, onde participaram os professores do curso. Os alunos e coordenadores do jornal pretendem continuar com o projeto, que na próxima edição já contará com mais uma turma de futuros jornalistas, que ingressarão na faculdade pelo vestibular de inverno.
O que começou com um simples projeto interdisciplinar, terminou em um completo jornal que foi totalmente produzido pelos acadêmicos das três fases do curso. O jornal impresso Ênfase, um trabalho de dois meses dos acadêmicos do curso de jornalismo da Faculdade Satc, foi entregue hoje aos alunos.
As tarefas foram divididas por fases, fazendo com que a primeira fase ficasse com a parte das imagens, a segunda com a parte dos textos e a terceira com a parte gráfica e revisão. Segundo a coordenadora do curso, Lize Búrigo, essa ligação entre todas as fases é importante e fez com que cada aluno se tornasse co-responsável pela produção do jornal.
A interação de todos neste projeto começou desde a escolha do nome: Ênfase. Cada fase sugeriu três nomes e os mais votados foram para uma segunda votação, onde participaram os professores do curso. Os alunos e coordenadores do jornal pretendem continuar com o projeto, que na próxima edição já contará com mais uma turma de futuros jornalistas, que ingressarão na faculdade pelo vestibular de inverno.
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Cristine Rodrigues,
Faculdade Satc ganha jornal
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